Introdução

As primeiras apariçõesAs aparições da Virgem na pequena cidade de Medjugorje (Bósnia-Herzegovina), começaram em 1981 quando os videntes, seis adolescentes entre dez e dezasseis anos viram a Virgem Maria na montanha.

Desde então e até hoje milhões de pessoas dos cinco continentes já visitaram Medjugorje para viver uma experiência espiritual, que em muitas ocasiões, mudou a vida das pessoas que têm ido em peregrinação como evidenciado pelos inúmeros de testemunhos de cura e conversão, bem como as centenas de vocações, obras de caridade e novas ordens religiosas que surgiram desde então.

Ao que tem sido chamado de “o fenómeno de Medjugorje” não é nada mais que a experiência de viver os ensinamentos que a Virgem deu à humanidade ao longo dos anos através de suas mensagens que nos recordam os ensinamentos da igreja com o fim de alcançar a paz no mundo e a conversão de todas as almas através da oração, jejum, leitura da Bíblia, dos sacramentos e da Eucaristia.

https://youtu.be/g9j4WOCnB38

Primeiro dia 24 de Junho

Em 24 de junho de 1981, dia de São João Baptista, duas amigas de dezasseis anos chamadas Mirjana Dragicevic e Ivanka Ivankovic, estão a dar um passeio depois das casas de Bijakovici, a um quilómetro da paróquia de Medjugorje. Enquanto caminhavam na encosta da montanha, Ivanka faz à amiga um comentário estranho. “Mirjana, acho que a Gospa (Nossa Senhora) está no monte” Mas a jovem de Sarajevo ignora a sua companheira pelo absurdo do comentário e continua a andar deixando-a para trás. Alguns momentos mais tarde juntam-se Milka Pavlovic, uma jovem de Bijakovici que guarda as cabras da família e Vicka Ivankovic de dezassete anos que andava à procura das duas primeiras. Estando Mirjana a poucos passos do local onde deixou Ivanka decide regressar com Milka e Vicka.

Quando as três raparigas chegam ao local, vêm também elas a uma certa distância uma bela mulher de cerca de dezoito anos com olhos azuis, cabelos pretos, pele branca e bochechas levemente rosadas, com um bébé ao colo que não conseguem ver embora apercebam-se que se move enrolado num cobertor ou manta. A jovem usa um longo vestido azul-claro e um véu branco que cobre a cabeça, ombros e costas. A mulher de beleza indescritível de acordo com as raparigas, não pisa o chão, mas flutua um metro acima e os seus pés estão cobertos por uma pequena nuvem branca.

Poucos minutos depois chegam ao local dois rapazes da povoação: Ivan Dragicevic e Ivan Ivankovic. Estando os seis diante da mulher, esta acena-lhes com uma mão indicando para se aproximarem dela e então os seis fogem assustados com o que vêem.

Segundo dia 25 de Junho

Ao meio-dia um pequeno grupo de familiares propõe a alguns dos jovens acompanhá-los nessa mesma tarde ao mesmo local e à mesma hora.

Dos seis adolescentes que viram a mulher no dia anterior, dois deles não estarão presentes naquela segunda tarde: nem Milka nem Ivan Ivankovic. No entanto, a irmã mais velha de Milka, chamada Marija e um rapaz de 10 anos chamado Jakov Colo, participam desta expedição no segundo dia.

Quando a comitiva começou a subir a montanha, os seis adolescentes do grupo correm a toda velocidade. Segundo eles, viram uma espécie de raios ou relâmpagos na montanha, três seguidos, após o que sentiram um forte impulso para subir até o topo. Segundo as outras testemunhas, os seis foram tão rápidos que “pareciam voar sobre as pedras, como se tivessem asas nos pés”, a uma velocidade impossível de seguir.

Alguns minutos depois, os familiares e restantes acompanhantes chegam ao lugar onde os seis jovens estão de joelhos. Curiosamente não respondem às suas chamadas, não se encolhem em seus gritos, não se movem com os seus empurrões. Tentam-nos mover, mas os seus corpos estão rígidos e parecem ter um peso desproporcional. A única coisa que fazem é mover os lábios, como se estivessem a falar embora sem emitir nenhum som e a mexer a cabeça como se assentissem ou negassem. Segundo as testemunhas daquele dia os seus rostos estavam “radiantes” e os seus sorrisos abertos misturavam-se com lágrimas de alegria.

Cerca de trinta minutos depois recuperaram a percepção de espaço e tempo, não foram capazes de falar, abraçavam-se e gemiam entre lágrimas e risos.

De acordo com os seis, naquele dia viram a Virgem Maria novamente e desta vez sem o Menino. Era indescritivelmente bonita, sorridente e alegre, quando estavam diante dela a uma distância de um ou dois metros começaram a rezar simultaneamente. Primeiro um Pai Nosso, depois uma Ave Maria e depois uma Glória. A primeira vez que ouviram a voz da mulher foi para acompanhá-los na oração do Pai Nosso e Glória, mas ficou em silêncio quando rezaram a Ave Maria.

Como diriam mais tarde, a sua voz é “indescritível, como uma melodia” de um instrumento que nunca ouviram antes.

Depois de rezar alguns ousaram falar com ela, sendo Ivanka a primeira que perguntou se podia ver a sua mãe que tinha morrido há dois meses. A senhora respondeu que ela iria vê-la não naquele momento mas depois e para não se preocupar porque a sua mãe estava com ela. Mirjana então pediu um sinal para que a sua família e amigos acreditassem neles, diante do que a senhora limitou-se a sorrir.

Depois de alguns minutos para eles, embora meia hora para as testemunhas, a senhora disse adeus dizendo:

Deus esteja convosco meus anjos

. As crianças perguntaram se iriam vê-la no dia seguinte e ela respondeu que sim assentindo com a cabeça.

Curiosamente não ocorreu a ninguém naquela tarde perguntar à senhora quem ela era, já que davam como certo que era a Virgem Maria. Isto muito surpreendeu os familiares.

Naquela tarde as crianças ficaram radiantes novamente e tanto as histórias quanto as testemunhas correram como fogo pelo vale de Medjugorje. Muitos foram para a cama naquele dia desejando subir na tarde seguinte, ao que se começou a chamar de o Monte das Aparições.

Terceiro dia 26 de Junho

O terceiro dia amanheceu nublado e com ameaça de tempestade, não só chuva sobre a povoação, mas também de inquietação que ameaçava destruir a calma tensa em que as pessoas viviam em Medjugorje sob o olhar das autoridades locais desde o fim da última guerra.

Os familiares dos adolescentes estavam assustados, mas ao mesmo tempo estavam convencidos de que estavam a contar a verdade.

A avó de Vicka, mulher idosa e da terra, piedosa e astuta acreditava que a sua neta tinha visto algo, aconselhou-a a levar nessa tarde ao monte um frasco com água benta para afastar a visão caso não fosse quem eles achavam que era, e assim que fosse para o inferno ou para o sítio de onde tivesse saído.

Passadas as cinco da tarde, os seis jovens do dia anterior e os dois do primeiro dia encaminharam-se para o mesmo lugar, mas nesta ocasião os que os acompanhavam eram mais de trezentas de pessoas, ou seja quase todos os que viviam no vale.

Ao ver aquela multidão quem se assustou foram os jovens com as primeiras dúvidas a aparecer nas suas mentes. Não que duvidassem do que tinham visto, mas do que aconteceria se não tornassem a ver de novo, por medo de represálias ou do ridículo que haveriam de passar em frente de todas aquelas pessoas que os seguiam.

A aparição não se fez esperar. Novamente três fortes flashes de luz que era o sinal premonitório e os seis do dia anterior foram a correr, mas não os do primeiro dia que não voltaram. Assim ficou formado o grupo de videntes com os seis do segundo dia e que até hoje são os autenticos protagonistas do fenómeno de Medjugorje: Vicka, Mirjana, Ivanka, Marija, Ivan e Jakov.

Quando as pessoas apareceram depois deles, novamente encontravam-se ausentes da realidade, fora de qualquer experiência de tempo ou sensação. Os seus rostos estavam felizes e sorridentes de uma forma marcante e só se ouviam as vozes quando simultaneamente e sem aviso começavam a rezar.

Num dado momento antes que as pessoas chegassem, Vicka pegou na água benta e atirou-a para a imagem enquanto gritava: ” – Se és a nossa Santa Mãe fica connosco, se não vai-te e deixa-nos em paz.” A reacção da mulher foi sorrir, ao que Mirjana decidiu perguntar quem era.

Sou a bem aventurada Virgem Maria

respondeu.

Quando os jovens voltaram a reagir e já rodeados por uma multidão de pessoas que ameaçava esmagá-los, decidiram descer a colina em direcção a casa e qual foi a surpresa quando viram Marija a chorar inconsolável numa pequena clareira no mato. Aparentemente, Marija sentiu novamente aquela “chamada” quando ainda estavam no alto e desceu o monte a toda velocidade sem que ninguém tivesse notado a sua ausência.

De acordo contou Marija mais tarde, a Virgem Maria tinha aparecido de novo mas desta vez só para si e de um modo muito diferente daquele que ela tinha feito minutos antes com os outros.

Aparentemente a Virgem já não usava aquela túnica cinza-azulada com o véu branco, mas vestia-se de preto e chorava muito tristemente. Quando Marija já afectada pelo luto perguntou porque chorava, a Virgem Maria deu uma das mensagens mais importantes:

“Paz, paz e só paz“.

Naquele momento apareceu uma cruz de madeira por trás da Virgem Maria e disse novamente:

A paz deve reinar entre o homem e Deus; e entre todos os homens“.

Depois destas palavras a Virgem Maria acrescentou um pouco mais, indicando a necessidade de os homens voltarem a Deus e transformarem suas vidas em vidas de oração.

Isto aconteceu num lugar que hoje está assinalado com uma cruz de madeira na subida para o monte Podbrdo, entre as esculturas que representam o primeiro e o segundo mistério gozoso do rosário.

O pároco, Frade Jozo Zovko, voltou à povoação nesse dia. Tinha passado a semana em Zagreb em várias funções e quando voltou, Medjugorje não tinha nada a ver com a vila tranquila e serena que tinha deixado seis dias antes.

Os adolescentes foram levados diante dele e interrogados. O padre Jozo Zovko não acreditou e disse-lhes para serem cautelosos e prudentes mas sendo sempre respeitoso. Ao fim e ao cabo pensou que seria uma brincadeira de crianças, mas nessa mesma tarde quando viu os carros da polícia que chegavam a Medjugorje assustou-se e começou a pensar que os comunistas estavam a tramar alguma.

Neste dia ficaram consignadas três das características das aparições de Medjugorje que continuam até hoje:

  • O grupo dos seis videntes;
  • Aparições em grupo ou individualmente;
  • As mensagens de Nossa Senhora dirigidas não só aos videntes ou a um ente local, mas para toda a humanidade.

Milka e o outro Ivan que viram a aparição no primeiro dia não regressaram no segundo e nunca mais voltaram a ver a Senhora.

Naquela noite Medjugorje tinha deixado de ser uma povoação anónima e tranquila de Herzegovina e o seu nome já corria de boca em boca nas regiões vizinhas da zona.

Quarto dia 27 de Junho

No sábado de manhã as hostilidades começaram contra as crianças e suas famílias, as autoridades de Citluk (2) levaram-nos para interrogatório. Na verdade não sabiam muito bem do que é que falavam, mas sabiam que organizavam uma agitação muito estranha na zona.

Foram submetidos a um “longo e meticuloso” interrogatório sobre quem eles eram, quem eram as suas famílias, onde trabalhavam, onde viviam, como se conheceram e o que é andavam a dizer naqueles dias que tivesse causado tanto tumulto entre os moradores do Vale. Responderam sempre “com simplicidade e sem contradições”.

No fim do interrogatório por parte das autoridades políticas e policiais, foram levados ao consultório do médico. Este foi o primeiro de um número incontável de exames e análises aos quais os seis foram submetidos desde 1981.

Realizado pelos médicos locais sem nenhum tipo de elemento extraordinário para além dos que existem numa clínica municipal, foram declarados “perfeitamente saudáveis ​​e equilibrados”.

No momento da refeição, regressaram às suas casas para paz das suas famílias. Alguns quiseram-nos proibir de subir ao monte naquela tarde, mas era impossível detê-los. Além disso porque nesse dia o número de pessoas que tinha chegado a Medjugorje excedeu os mil e ninguém sabe como teria reagido a multidão se os pais não permitissem que os seus filhos subissem ao monte com eles.

À tarde, a multidão esperava-os na montanha enquanto rezavam o rosário. Para os jovens todas essas manifestações eram-lhes estranhas, mas no fundo não se importavam com o que acontecia à sua volta porque segundo eles, ver a Virgem era “estar no paraíso”.

À volta da mesma hora dos dias anteriores, viram novamente os três raios de luz e caíram nessa espécie de ausência de espaço e tempo.

Segundo os seus testemunhos, depois de rezar diversas orações com ela, conversaram com a Virgem Maria por muito tempo sem parar de fazer perguntas. Naquele dia falando dos sacerdotes a Virgem Maria diria:

“Devem crer firmemente e devem cuidar da fé do povo”.

Naquele dia ocorreu outra novidade, tiveram outra aparição todos juntos no sopé do monte Podbrdo quando voltavam para as suas casas. Naquela ocasião a Virgem Maria disse-lhes:

Não tenhais medo de nada“,

e despediu-se dizendo:

Que Deus esteja convosco meus anjos“.

Quinto dia 28 de Junho

Este foi o primeiro dia em que as autoridades realmente se assustaram. Sendo domingo e não tendo que trabalhar, cerca de quinze mil pessoas inundaram Medjugorje. Alguma coisa que não era normal estava a acontecer e escapou ao controle das autoridades locais.

Ao mesmo tempo o pároco da aldeia mantinha-se como que ausente e ninguém que não vivesse em Bijakovici, a aldeia dos jovens, sabia o que se estava a passar ou a quem recorrer. Uma sensação de medo misturado com esperança confundia toda a gente que sem dizer nada, encaminhava-se para o monte simplesmente seguindo a multidão.

De acordo com as anotações que o Frade Ljudevit Rupcic deixou, naquela tarde de domingo a massa de gente nem sequer deixava os jovens avançar em direcção ao monte.

Num determinado momento e à hora de sempre, os jovens ajoelharam-se de repente ao mesmo tempo e novamente estavam ausentes.

Quando a multidão aglomerou-se para vê-los, reuniu-se um grupo de voluntários à volta para protegê-los do tumulto.

O que as crianças contaram depois foi que, novamente, a Virgem Maria rezou com eles um Pai Nosso, manteve silêncio na Ave Maria e acabou acompanhando-os no Glória. Depois estiveram a conversar e num dado momento a Virgem Maria pôs uma cara triste porque aparentemente havia gente entre a multidão presente que blasfemava.

Alguns dos jovens pediram que aparecesse na paróquia diante de todos para que assim acreditassem:

Bem-aventurados aqueles que sem ter visto acreditaram

respondeu a Virgem Maria. Depois pediu-lhes que orassem e pedissem orações a todos os outros.

No fim desta aparição havia uma alegria generalizada entre os milhares de peregrinos, apesar de ser um dos dias mais quentes do ano e terem passado horas ao sol a seguir os jovens.

Sexto dia 29 de Junho

Na manhã de segunda-feira, os jovens foram novamente presos pelas autoridades. Desta vez, foram levados para Mostar, onde uma equipe psiquiátrica os examinaria para declarar que eram farsantes ou doentes.

As notícias sobre Medjugorje já tinham saído na imprensa local, o que era um desafio para um regime governamental oficialmente ateu, que declara que Deus não existe e portanto a Virgem Maria não tem lugar nos meios de comunicação nem como figura de Belém.

No entanto os médicos, entre os quais estava uma mulher muçulmana a dra. Dzudza, declaram-nos saudáveis e sãos mentalmente e deixa escrito no seu relatório médico que “– os jovens não estão loucos, a não ser quem os trouxe cá.”

Ao meio-dia comem com a família e nesse momento uma multidão incontável povoa a montanha orando sem remissão, sem que nem o sol nem a presença militar implacável persuasiva importe o que quer que seja.

A Virgem Maria deu aos videntes uma mensagem:

“Há um só Deus, uma só fé. Creiam fortemente e confiem. “

Nesse dia ocorreram curas físicas entre as muitas pessoas doentes que acudiram ao local, das quais há registo e documentação na paróquia, mas que não são publicadas ou revelam-se detalhes porque é segredo das pessoas visadas estando os seus dados e testemunhos em poder da Igreja.

Sétimo dia 30 de Junho

Este foi o primeiro dia em que por parte das autoridades civis locais, é planeada uma armadilha contra os jovens para os enganar.

Não sabendo como deter o fluxo maciço de pessoas para Medjugorje, decidem usar duas senhoras da aldeia que com a desculpa de aliviá-los da multidão, oferecem-lhes um passeio de carro.

Partem de Bijakovici de manhã. As suas casas e a montanha já estão cheios de pessoas, pelo que sentem o alívio de tirar aquele peso de cima ainda que seja por algumas horas. Ivan não vai na carrinha, trancou-se em casa.

No entanto, o passeio de carro fez-se mais longo do que o esperado e chega uma altura em que percebem que não vão estar à hora certa no monte no momento da aparição, e tratam de que as duas mulheres parem o carro alguns instantes antes da hora habitual. Estão do outro lado do monte quando chega a hora, os cinco caem em êxtase ali mesmo na berma da estrada.

As únicas testemunhas desta aparição são as duas mulheres que levaram-nos para os enganar que, além das mesmas características das outras vezes, testemunharam que os ouviram cantar e rezar sete vezes o Pai Nosso, a Ave Maria e a Glória.

 

E é assim que os primeiros sete dias de aparições são contados. Os acontecimentos ocorreram desta forma, ao mesmo tempo e no mesmo local o monte Podbrdo até 12 de Agosto, quando foi oficialmente proibido o acesso ao monte.

Naquele dia, o exército caiu em Medjugorje como se houvesse guerra. Deslocaram helicópteros, camiões cheios de soldados com cães que patrulhavam a montanha e os arredores e montaram barreiras em todos os acessos à cidade. Mas isso não atenuou o testemunho e o comprometimento dos rapazes que continuaram a ter aparições onde quer que estivessem, fosse nos campos, no outro monte, nas suas próprias casas e quartos, ou qualquer outro lugar.

Só sabiam que todos os dias quando faltassem vinte minutos para as sete da tarde a aparição acontecia. Estivessem sós ou em grupos de dois ou três, ou todos os seis ao mesmo tempo, todos os dias à mesma hora eles tinham aquela experiência mística de êxtase na qual ficavam ausentes do contexto temporal e sensorial que os rodeava. Às vezes viam e ouviam exactamente a mesma coisa e às vezes ouviam coisas diferentes dirigidas pessoalmente a cada um sem que os outros soubessem o que a Virgem dizia aos outros.

De acordo com o depoimento dos jovens, que já não são crianças ou adolescentes mas adultos, ainda têm essas mesmas aparições. Com frequência diferente uns dos outros, mas sendo a mesma jovem de uns dezoito anos, de uma beleza indescritível e de uma voz maravilhosa que, como se o tempo não tivesse passado por ela, os visita onde quer que estejam.

(1) Gospa, é uma palavra croata que significa senhora, é a palavra com a qual os croatas se referem à Virgem Maria, assim como os italianos por exemplo, referem-se como La Madonna.

(2) Principal cidade localizada a 5 km de Medjugorje.